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PGMS Inaugura Primeira Banca de Heteroidentificação: Um Marco na Inclusão e Justiça Racial


A Procuradoria-Geral do Município de Salvador deu um passo significativo em direção à inclusão e à justiça social com a criação da primeira Banca de Heteroidentificação da Procuradoria-Geral do Município de Salvador (PGMS). Este projeto marca uma etapa crucial na seleção de estagiários para a PGMS, reforçando o compromisso da instituição com a igualdade racial.

Presidida pela Procuradora Lilian Azevedo, a banca é composta por representantes da sociedade civil, servidoras públicas, e pela própria Procuradora. Lilian expressou sua satisfação com a iniciativa: “É uma honra presidir esta banca, que visa assegurar a prática da igualdade racial. Este projeto é uma oportunidade para garantirmos que a diversidade racial da nossa sociedade seja refletida dentro da Procuradoria, especialmente com a previsão de cotas para pessoas negras.”

A criação da banca está alinhada com o Programa Combate ao Racismo Institucional (PCRI), coordenado pela Secretaria Municipal de Reparação (SEMUR), e reflete o compromisso da PGMS em transformar Salvador em um espaço mais inclusivo. Lilian destacou: “A parceria com a SEMUR e os princípios do PCRI são fundamentais para o nosso trabalho. Esta seleção, com a inclusão de cotas raciais, é uma chance de avançarmos na construção de uma Salvador mais justa e representativa.”

Além de Lilian Azevedo, a banca contou com a presença de importantes autoridades, como Dejiária Santiago, representante da SEMUR; Evilasio da Silva Bouças, presidente do Conselho Municipal das Comunidades Negras de Salvador; Alessandra Silva, chefe do Setor Sistêmico de Gestão da Prefeitura de Salvador; e Camila Garcéz, representante da sociedade civil. Esses profissionais desempenharam papéis cruciais na condução desta etapa histórica.

Evilasio da Silva Bouças elogiou a importância do projeto: “As comissões de heteroidentificação são fundamentais para a população negra, pois abrem portas para jovens que enfrentam dificuldades em acessar estágios e posições públicas.” Alessandra Silva complementou: “Participar dessa banca é essencial para garantir a igualdade de oportunidades e o respeito ao PCRI. Sinto-me honrada em contribuir para essa transformação.”

Este projeto representa um marco na luta por inclusão e justiça racial em Salvador, sublinhando o compromisso da cidade com a diversidade e equidade em todas as esferas.